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O QUE É COACHING?

É uma metodologia que promove um aumento da performance do indivíduo e capacita-o a se desenvolver continuamente em busca de seus objetivos.

COMO FUNCIONA?

Baseado em estudos do comportamento humano e utilizando ferramentas cientificamente testadas, promove uma mudança profunda no comportamento do cliente, permitindo que ele assuma responsabilidade pelos resultados, foque no desenvolvimento dos estados emocionais, desenvolva a autoconfiança, desperte o poder interior, amplie as opções de decisão, elimine bloqueios e proporcione autorreabilitação e felicidade.

O QUE ESPERAR DO PROCESSO?

Minhas sessões de coaching seguem a metodologia PERSONAL & PROFESSIONAL COACHING®, que é uma marca registrada da Sociedade Brasileira de Coaching®. Por se tratar de uma metodologia criada a partir das melhores abordagens de coaching, ela apresenta resultados concretos em poucas sessões.

Durante o processo você já estará se sentindo mais preparado e seguro para enfrentar os desafios da sua vida profissional e conquistar seus objetivos.

Em linhas gerais você será capaz de:

  • Perceber pontos fortes e pontos a serem melhorados
  • Estabelecer metas e objetivos claros e alcançáveis
  • Descobrir sua missão de vida e se alinhar com ela
  • Aprender a lidar com emoções limitantes, como o medo e a ansiedade
  • Resolver conflitos internos, tornando-se mais equilibrado(a) e otimista
  • Desenvolver o planejamento de sua carreira e implantá-lo.

Para saber mais, marque uma sessão gratuita comigo, preenchendo o formulário de contato ou pelas minhas páginas nas redes sociais.

Dê o primeiro passo em direção a vida que você quer ter! #sejamais

Os 4 Pilares

  • Autoconhecimento
  • Planejamento
  • Ação
  • Avaliação de resultados

DESTAQUE

GERENCIE MELHOR SEU TEMPO

Aprenda a controlar  o seu tempo e administrar suas atividades
Em 04 sessões 1 vez por semana
Presencial ou online

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Vanessa Cosentino

Vanessa Cosentino

Coach de carreira

Vanessa Cosentino é idealizadora da empresa Eleven Coaching, coach formada pela Sociedade Brasileira de Coaching®, practicioner em Programação Neurolinguística, psicanalista em formação e publicitária graduada e pós graduada pela ESPM. Atuou 16 anos com Marketing e Endomarketing nas empresas. Hoje, auxilia profissionais a redirecionarem suas carreiras buscando propósito e realização.

Alguns fatos sobre o meu trabalho

% dos meus clientes que investiram em coaching tiveram uma mudança positiva em suas vidas
% dos meus clientes atingiram parte de seus resultados antes do final do processo
é a nota média que meus clientes me atribuem
% foi o aumento de produtividade dos funcionários que passaram por um processo de coaching* dados de mercado

O que ofereço

Coaching presencial

Coaching presencial

Sessões semanais com 1 hora duração em escritório localizado na Vila Mariana/SP. Duração total do processo: 10 a 12 sessões.

Coaching
online

Coaching
online

Sessões semanais com 1 hora duração via skype. Duração total do processo: 10 a 12 sessões

Coaching em Grupo

Coaching em Grupo

Sessões semanais presenciais com até 3 horas de duração com grupos de pessoas com os mesmos objetivos. Ocorre em escritório localizado na Vila Mariana/SP. Duração total do processo: 4 sessões

Palestras e Workshops

Palestras e Workshops

Temas relacionados a gestão de tempo, planejamento e comportamento humano.

Ensaio para entrevista

Ensaio para entrevista

Sessão com duração de 1 hora, que pode ser presencial ou online para que o candidato possa preparar-se para a entrevista, ensaiando respostas difíceis e aprendendo mecanismos de autocontrole e motivação.

Análise de Currículo

Análise de Currículo

Análise de conteúdo, forma, clareza e adequação das informações disponibilizadas no currículo.

Blog

Pare de gastar e comece a investir!

Aqueles que realizam um planejamento financeiro de suas contas pessoais sabem que é muito importante separar o que é um gasto de um investimento.

E mesmo para quem não realiza esse acompanhamento, é importante que, pelo menos mentalmente, você saiba diferenciar um do outro, no momento de decidir-se por um compra de produto ou aquisição de serviço, a fim de manter o equilíbrio orçamentário e continuar avançando em busca de seus objetivos, mesmo que a passos mais lentos.

Lembrando aquela velha máxima que “mais importante do que a velocidade é a direção”, você não precisa ficar estagnado esperando por dias melhores. Com uma administração mais consciente do seu dinheiro é possível manter-se em movimento.

Aqui vão alguns aspectos para te ajudar nessa reflexão:

1.Todo o investimento implica em um gasto, mas nem todo gasto é investimento.

Em linhas gerais, investimento é aplicação de recursos, tempo, esforço etc. a fim de se obter algo. E como a definição já dá uma pista, não estamos falando somente de dinheiro – aspecto que irei abordar mais para frente.

Um investimento está necessariamente ligado ao retorno que ele trará.

Adquirir um imóvel é um investimento. E não simplesmente um gasto. Já que esse imóvel, caso seja alugado, pode gerar um renda adicional, conta como patrimônio e se for destinado a moradia, elimina as despesas com aluguel.

Representa um gasto considerável no orçamento, mas o retorno será proporcional.

2.Estabeleça um objetivo para aquela compra.

Uma compra sem objetivo é simplesmente jogar dinheiro fora.

Ao passar em frente uma loja em promoção não compre apenas porque o valor está com desconto. Você realmente precisa desse item? Pergunte-se qual a função/objetivo disso?

Se precisar realizar uma compra, tem que ser o modelo mais caro? Ou nesse caso pode ser um intermediário? Pense que optar por algo mais barato é temporário e não uma decisão para toda a vida.

3.Calcule o retorno.

Muito cuidado nesse item!

Sua mente vai tentar lhe pregar uma peça e dizer que “comprar aquele sapato novo me faria muito feliz.” Ou “estou tão triste, gastar no meu cartão de crédito me deixaria feliz/aliviado/me sentindo poderoso” ou ainda “preciso de uma roupa nova para impressionar na entrevista”.

Seja racional, pois “o dinheiro e o tolo logo se separam”.

Sabe o que significa? Que você precisa avaliar melhor o retorno. E esse retorno pode ser tanto positivo como negativo.

Quanto tempo dura essa felicidade x o arrependimento por ter adquirido um objeto/serviço essencialmente inútil?

Ou pior, compare a alegria da compra x o sofrimento de olhar sua conta no negativo e com dificuldades para fazer o que realmente é importante para você?

Será que você realmente precisa de uma roupa nova para ir em uma entrevista de emprego?

4.O retorno não é representado apenas por dinheiro.

Assim como o custo pode ser mensurado em tempo ou dor (perda).

Esse item também exige uma reflexão mais profunda.

Se você calculou o retorno apenas baseado em quanto dinheiro pode ganhar com aquele investimento, você corre o risco de deixar aspectos importantes de fora.

Uma pessoa que opta por cortar a academia, precisa ponderar o que mais ela perde além de economizar dinheiro. Será que isso afetará sua produtividade (dormirá mal), sua autoestima (perdendo a forma física conquistada) e saúde (começar a gastar com remédio para gastrite e estresse)?

Note que nesse exemplo, existem outros custos invisíveis que podem aparecer no lugar da mensalidade cancelada da academia.

Nesse sentido, fazer academia é um investimento e não somente um gasto e, cortá-lo, poderá gerar outros problemas, conforme mencionei acima.

Consideramos um gasto, nesse exemplo, se a pessoa não frequentasse a academia ou não estivesse obtendo resultado algum em seus treinos.

5.Pondere o tempo do retorno: curto, médio ou longo prazo?

Investir em um curso de inglês ou outro processo de desenvolvimento pessoal, à primeira vista, pode não te dar um retorno a curto prazo, mas se você avaliar melhor, verá que capacitar-se pode lhe render um emprego melhor, uma promoção ou manter-se no seu cargo em um período de demissões.

Feita essa análise, o segundo passo é verificar o que pode ser cortado para que você possa investir no que é realmente importante e no que pode te levar além.

Lembre-se que é uma decisão temporária, visando um retorno a longo prazo.

Somos regidos por duas grandes forças, buscar satisfação e evitar a dor.

Acredito que a principal reflexão que pode te ajudar muito nesse processo é olhar a decisão da compra sempre sob 04 aspectos:

O que eu ganho (satisfação) x perco (dor) ao adquirir?

O que eu ganho (satisfação) x perco (dor) ao não adquirir?

Como você terá que viver com as suas escolhas, pondere com quais você consegue lidar melhor.

Tenho certeza de que o caminho para a felicidade é composto de clareza. Clareza na tomada de decisões e clareza na administração das consequências.

#sejamais

Tempus Naturalis x Tempus Machina

O descompasso da percepção do tempo natural em relação ao tempo das máquinas é sentido nas relações interpessoais, mas também nos ambientes corporativos.

Não raro recebo clientes jovens por volta dos 25 anos que sentem que suas carreiras não estão avançando e que não conquistaram postos de liderança que tanto almejam.

A primeira questão que eu sempre pondero com eles é se esse avanço profissional, nessa velocidade, é algo que realmente acontece no mercado em que eles atuam ou se estão se comparando com outros profissionais (talvez mais experientes), que ocupam atualmente a posição que eles desejam.

Sou a primeira a questionar os modelos que reproduzimos das gerações anteriores, mas há algo que não conseguimos mudar ainda: a passagem do tempo natural, o nosso tempo.

Desde forma-se na barriga de nossas mães, aprender a andar, falar, desfraldar e tantas outras etapas comuns a qualquer criança, é nítido que isso não se faz de um dia para o outro.

Porém, esquecemos como foi aprender outro idioma, quanto tempo levou ou ainda quanto esforço foi empreendido nessa tarefa.

Comparamos, cruelmente, nossas vidas com pessoas que estão no topo de suas carreiras, achando que porque sua fama foi meteórica, o processo para chegar até lá também o foi. E sentimo-nos miseravelmente incompetentes porque estamos tão aquém dessa pessoa.

Ledo engano que só gera sofrimento. Para ocupar um cargo de liderança ou mesmo conduzir uma start up bem sucedida, é necessário tempo da gente e não o da tecnologia.

Comparar-se com os profissionais, cujas carreiras de sucesso são exceções, é colocar mais empecilho aos seus avanços do que efetivamente estimulá-los.

A facilidade com que instalamos um aplicativo de banco e transferimos qualquer quantia de uma conta para outra em poucos segundos, parece nos induzir a achar que nossas carreiras precisam avançar na mesma velocidade.

Já pensou? Você faz o dowload do aplicativo NewPresidente.4.0, baixa uns upgrades e pronto! Você se torna realmente Presidente de uma Multinacional.

Porém, nós não nos desenvolvemos tão rapidamente assim, infelizmente ou felizmente.

Para conduzir ou liderar é necessário tempo para acumular experiência, desenvolver habilidades específicas, equilíbrio emocional, resiliência, visão de futuro e principalmente, gerenciamento de pessoas.

É muito importante ter modelos e um objetivo ao longo prazo, porém, além disso, é preciso definir os milestones (etapas) em sua trajetória e ajustar comparativamente o tempo de desenvolvimento profissional.

Além disso, as etapas são importantes para que você se mantenha motivado e com gás para batalhar pelo seu futuro. Essas etapas podem e devem ser comemoradas tanto quanto o objetivo final, já que elas compõem o seu plano.

Etapas podem ser cursos a serem concluídos, cargos, promoções, projetos e nível de autonomia conquistado.

Se pensado dessa forma, seu objetivo final que parece longe, torna-se um pouco mais próximo a cada etapa vencida.

E sua percepção de evolução torna-se permanente. Você não começa estagiário e chega a Presidente, você vai galgando suas posições e adaptando-se ao tempo real das pessoas.

Sonho com o dia em que instalaremos chips de conhecimento e aprenderemos algo novo em segundos.

Porém, por enquanto, administrar a ansiedade, dedicar-se a capacitação e ajustar os níveis de comparação é uma boa alternativa a ficar torturando-se com expectativas fictícias. E perceba que mais importante do que a velocidade é ter a certeza de que está rumando de forma consistente na direção de seus objetivos.

#sejamais

Como pensa o procrastinador e o realizador?

Que procrastinar é adiar uma atividade para outro dia, você já sabe.

E também tem ciência de que isso é bem comum. O que você talvez não saiba é que somos programados para reduzir nossos esforços a fim de poupar energia, por isso procrastinamos. Esse comportamento associado a uma cultura de não se concentrar tanto em planejamento e ser mais “mão na massa”, faz com que automaticamente pensemos “por que fazer agora, se podemos fazer depois?”.

Entretanto, esse hábito tem se mostrado negativo, no sentido de que é mais fácil perder os prazos, ser menos produtivo e prejudicar a qualidade do resultado final. Em alguns casos, procrastinar faz com que você trabalhe mais do que se tivesse realizado as atividades mais prontamente, conduzindo a horas de retrabalho e mais estresse.

Para substituir um velho hábito (procrastinar) por um novo (realizar) é necessário primeiro mapear os principais aspectos de cada perfil e depois, conscientemente passar a adotar o que for mais adequado para você.

1.Perfil do procrastinador
•Foco na dificuldade do processo
Ele imagina o quão complicado, penoso, desafiador ou mesmo entediante será realizar aquela tarefa e então adia o sofrimento.

•Acredita que estará pronto no dia seguinte, esperando por uma inspiração ou por melhores condições, um dia mais tranquilo, estar melhor fisicamente…

•Noção tempo elástica
Se o prazo de entrega é dia 31/07, por exemplo, ele terá percepção que tem 2 semanas para fazer e sente-se tranquilo.

•Baixo comprometimento
Ele não se compromete com a tarefa, não tem a percepção de aquilo está conectado ao um objetivo maior e portanto, não lhe dá valor.

2. Perfil do realizador
•Foco nos benefícios do resultado
Ele pensa nos resultados e não na dificuldade de realizar a tarefa. E por isso, se sente motivado a conquistar logo esse resultado. Trabalha motivado pela recompensa e não pelo sofrimento.

•Acredita que está em seu melhor momento e por isso não deixa para depois.
A hora é agora. Se deixar para depois pode não ter tempo ou ocorrer um imprevisto. Sente que é melhor concluir logo a tarefa.

•Noção de tempo encurtada
Se o prazo é 31/07 ele terá a percepção que são poucos dias úteis, bem menos do que 2 semanas e irá programar-se para realizar logo a tarefa. Sente mais urgência em realizar.

•Alto comprometimento
Tem o entendimento que a atividade que está realizando está conectada com um objetivo maior e por isso compromete-se com ela.

Procrastinar pode ser positivo quando estiver relacionado a uma atividade que envolva criatividade. Quanto às demais, o melhor mesmo é realizá-las o quanto antes.

A boa notícia é que podemos alternar os perfis de acordo com as situações e para tanto é preciso conhecer melhor os mecanismos de formação do hábito. Mas esse é assunto para um próximo post.

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Um profissional experiente pode se atrever a mudar de carreira?

Se você comentar com seus amigos e parentes que pretende investir em outra carreira ou sair do seu emprego formal para começar a empreender, prepare-se, você será sumariamente convencido a abandonar essa ideia.

O senso comum mantém-se a apegado a um modelo tradicional de estabilidade. Para eles, o risco de você “mexer em um time que está ganhando” e se arrepender é muito grande. E eles não conseguem sentir toda a sua frustração em continuar a desempenhar uma função que não te gera realização.

A maioria dos meus clientes chega até mim com essa dúvida. Procurar algo que o satisfaça ou continuar em um mercado de atuação conhecido?

Em primeiro lugar, convido a pessoa a pensar nos motivos que o fazem querer mudar.

E não é surpresa para mim, ouvir seus relatos, declarando que seus objetivos de vida mudaram e são diferentes de quando estavam em início de carreira. Ou que seguiram o que parecia ser mais promissor e descobriram que não se sentiam realizados profissionalmente.

Alguns são demitidos e veem a oportunidade de empreender, mas sentem-se inseguros em começar algo tão desafiador e diferente de sua carreira anterior.

Eu acredito que por volta dos 40 anos, estamos chegando ao nosso pico de aprendizado, autoconhecimento e energia criativa. E teremos mais 10 anos que podem ser muito produtivos até começarmos lentamente a perder vigor físico, intelectual e criativo.

Por isso, eu considero a idade ideal para começarmos a rever nossos conceitos. Já temos bagagem suficiente para saber o que nos motiva e o que não. E tivemos oportunidade de testar muitos dos aspectos profissionais que, enquanto fazíamos faculdade, eram apenas hipóteses.

Portanto, sem medo nenhum de errar, eu digo que o momento de mudar é agora! Principalmente porque as configurações de mercado também fazem um convite a reinvenção.

Quem disse que você precisa ficar 20 anos na mesma empresa? Esse é um modelo que vem sendo contestado e pouco a pouco desmistificado.

Por que você não pode começar outra faculdade, fazer um novo curso livre e dedicar-se a aquilo que pode te trazer realização pessoal e, lógico, profissional?

Por que você deve continuar se importando tanto com a opinião dos outros, mesmo sabendo que dentro de você há certezas demais para te impulsionar para o próximo nível?

Para fazer uma mudança de carreira você deve concentrar sua energia em 4Ps:

Paciência:

Os resultados não serão imediatos, porém, compensarão o esforço. Mais importante do que a velocidade é a direção. Não crie uma expectativa de retorno rápido ou no mesmo patamar que você tinha.

Planejamento:

É muito mais desafiador mudar de carreira precisando de dinheiro. Essa é a pedra fundamental. Faça uma reserva para lhe deixar confortável até que essa migração comece a lhe dar retorno. Quanto tempo você precisa? Pesquise quanto tempo em média o que você pretende fazer gera de retorno.

Ou inicie o processo de migração enquanto estiver em seu emprego atual. Por exemplo, se para mudar de carreira você precisa antes fazer um curso de capacitação, comece-o agora e continue trabalhando onde estiver.

Persistência:

O caminho irá te desafiar de várias formas. Você precisará adquirir alguns comportamentos para manter a sua produtividade e promover avanços consistentes.

Propósito:

O grande porquê.  A justificativa que irá dar suporte a sua mudança. Qual a razão e o que você deseja conquistar?

São essas as perguntas que ajudam meus clientes a se posicionarem frente a decisão de migração.

E agora te convido a fazer um exercício simples, porém muito poderoso. Faça uma lista respondendo: O que você faria se não tivesse medo?

Isso é sério! Separe uns minutinhos para pensar livremente. Com certeza, essa lista irá surpreendê-lo e vai deixar pistas para os seus próximos passos.

E eu vou te ajudar nessa caminhada. Vem comigo!

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Se está fácil, está errado

Assim como na matemática – se você acha o exercício muito fácil, então está errado – a vida segue essa mesma lógica.

Se pararmos um pouco para prestar atenção ao nosso redor ou mesmo buscar um pouco de inspiração na natureza, veremos que nada é fácil. Pode ser simples (nascer, crescer, se reproduzir e morrer), mas não é fácil.

Veja por exemplo o nascimento de qualquer mamífero, leva tempo, quase um 1 ano para que aquela pequena célula se desenvolva até chegar a um ser completo. E ai é só nascer e pronto?

Nada. Nascer exige um esforço e uma adaptação brutal. Pense nas tartarugas que já nascem correndo para o mar e poucas delas chegam ao seu destino. A maioria vive apenas algumas horas, até serem encontradas pelos predadores. Somente as mais rápidas chegarão lá. E mesmo assim, o mar será cheio de novos perigos. Mas após todo esse desafio elas viverão décadas. Um dos seres mais longevos que temos na Terra.

E o ser humano, então? É a criatura que nasce mais dependente. Se fosse deixado sozinho, não sobreviveria. Precisa ser cuidado, criado e ensinado. E ai finalmente, está pronto?

Nem. Se dermos sorte, ele vai desejar se desenvolver até o fim de sua vida. Buscando formas para se tornar uma pessoa melhor, mais feliz, mais equilibrada ou bem sucedida. Será um pessoa em constante construção.

Acreditar que existe um caminho fácil, um simples apertar de botão ou toque na tela para dar um comando é um engano que a revolução tecnológica nos ajudou a consolidar.

A tecnologia sem dúvida tornou nossa existência muito melhor, porém ela nos trouxe um paradoxo que não estamos sabendo como lidar. Se eu mando uma mensagem em segundos por que não posso obter a resposta nesses mesmos poucos segundos? Por que tenho que esperar a disponibilidade da pessoa lá do outro lado? É tão fácil, por que ela não me responde?

Se ampliarmos essa visão para o mundo corporativo, as pessoas estão perdendo a noção de quanto tempo se leva para desenvolver uma carreira e do esforço para se construir uma reputação.

E essa cobrança por resultados rápidos nos conduz a ansiedade e todas as suas consequências negativas, como dificuldade para dormir, um estado de alerta em tempo integral, problemas de saúde… enfim, você sabe bem do que eu estou falando.

A questão é que a dificuldade em lidar com o prazo real dos aspectos de nossa vida faz com que criemos uma ilusão de que pode haver um caminho fácil e rápido. E que bastaria encontrá-lo para que todos os seus males fossem resolvidos.

Perde-se então um preciso tempo buscando a solução mágica ao invés de investir no trabalho propriamente dito. Não se entra em ação até que se encontre um atalho. Mas esse atalho não existe e a vida passa.

Fico pensando o que seriam da borboletas se elas decidissem esperar por um jeito mais fácil de sair do casulo. Talvez nunca mais víssemos suas belas cores. Ao invés disso, teríamos várias lagartas por ai. Seres esquisitinhos e rastejantes.

É bem melhor ser uma borboleta, não? Colorida, capaz de alçar voo e viver se alimentando de flores.

Eu poderia citar outros animais que passam por incríveis desafios, como as águias que arrancam seu próprio bico para fazer com que um novo e mais forte cresça. Mas eu estaria sendo repetitiva para você.

Ah, e como eu faço com a dolorosa transformação de lagarta para borboleta? Bom, eu diria que vale a pena, que os resultados compensam e que a tentativa já nos dá como recompensa a incrível experiência de viver.

Mas você pode me responder melhor se prefere ser a lagarta ou a borboleta. É sempre sua escolha.

#sejamais Enfrente e em frente!

Como o viés inconsciente pode influenciar a sua carreira

O ser humano é um animal racional, certo? Você já deve ter ouvido isso muitas vezes, porém, o que você pode não saber é que apesar de termos o cérebro mais desenvolvido do que os outros animais, ainda somos muito influenciados por nossos instintos e emoções.

Para tomar decisões rápidas, identificando se determinada situação/pessoa nos oferece perigo, acionamos uma parte do cérebro que faz essas avaliações em frações de segundos e envia um comando que pode ser: fugir, atacar ou permanecer e confiar. Em nossa sociedade talvez não hajam tantos perigos eminentes, mas essa função foi importantíssima para a sobrevivência de nossos antepassados e permaneceu fortemente em nosso cérebro.

Esse mesmo sistema leva ¼ de segundo para avaliar a personalidade de alguém que acabamos de conhecer. Sabe aqueles 2 minutos que você tem para causar uma impressão? Então, na verdade é bem menos do que isso.

E para fazer essa avaliação tão rápida, o cérebro se apoia em estereótipos de comportamentos para qualificar as pessoas. Esses conjuntos de informações podem ser desenvolvidos a partir de experiências próprias ou aprendidos em sociedade e são chamados de vieses inconscientes. E como o próprio nome diz, são inconscientes e você não os controla de imediato.

O que parece uma decisão totalmente racional, na verdade está calcada em impressões generalizadas que mudam de acordo com o contexto social, cultural e vivências pessoais, e é mais conhecido como preconceito, no sentido de ser um conceito formado previamente, sem embasamento ou avaliação mais apurada.

E qual a influência disso em sua carreira? Para entender melhor, vou exemplificar os principais tipos de vieses:

  1. Viés da Afinidade:

Avaliamos positivamente pessoas que tem gostos parecidos com os nossos ou histórias de vida semelhantes, como por exemplo, ter estudado na mesma faculdade, torcer para o mesmo time de futebol ou frequentar os mesmos lugares.

  1. Viés da Percepção:

Reforçamos os estereótipos com dados externos para comprovar o que pensamos. Se eu acredito que homens são melhores em exatas e mulheres são melhores em humanas, qualquer situação em que isso ocorra servirá como comprovação do estereótipo.

  1. Viés Confirmatório:

Baseado principalmente na sua vivência, a pessoa cria um tipo de teoria e procura seletivamente dados para comprová-los. Por exemplo, se eu tive muitos problemas com um carro vermelho que comprei, posso achar que essa cor dá azar e a cada carro vermelho batido que eu vejo, comprovo minha teoria.

  1. Viés de grupo:

Para pertencer a um grupo, a pessoa segue o que a maioria diz para não contradizê-las.

  1. Efeito Halo:

Avalia uma determinada pessoa de forma superestimada ao receber uma informação que lhe parece positiva, sem conhecer o todo. Por exemplo: a pessoa resgata animais em situação de rua, então seu caráter passa a ser inquestionável, devido a esse único critério. É como se uma atitude positiva tivesse o poder de livrar essa pessoa de qualquer julgamento negativo.

Portanto, os diversos tipos de vieses são uma barreira principalmente às mulheres e qualquer outro indivíduo que seja diferente daqueles que estão em altos cargos corporativos. E essas barreiras são invisíveis e difíceis de contornar.

Em uma sociedade acostumada a dar mais oportunidades aos homens e desacreditar a competência das mulheres, são frequentes os vieses que as colocam em grande desvantagem seja para conseguir um emprego ou avançar profissionalmente.

Os vieses influenciam diretamente as contratações de pessoas, promoções, indicações a cargos mais importantes, ofertas de oportunidades e assim por diante.

O primeiro passo é reconhecer em você esses pensamentos e questionar suas percepções, evitando dar continuidade a esse ciclo.

Por sua vez, a empresa que deseja diminuir os vieses deve investir em:

– treinamento

– estimular seus colaboradores a pontuar comportamentos errados

– vigiar e promover uma estrutura de apoio

Só existe meritocracia no desenvolvimento de carreiras, se conseguirmos diminuir os vieses.

Eu acredito que isso seja possível. Já conseguimos avançar bastante, se compararmos às gerações anteriores. Basta que continuemos atentas às nossas percepções e estivermos dispostas a ajudar umas às outras, como os homens sempre fizeram entre si.

10 formas de sobreviver a um emprego tóxico

Pedir demissão pode não ser uma opção, porém enfrentar um emprego tóxico pode causar efeitos devastadores para sua autoconfiança, saúde e futuro profissional.

Enquanto você estiver apenas se prendendo àquele emprego porque não pode ficar sem o salário/benefícios, aprenda técnicas para aliviar a pressão, a tensão e os efeitos nocivos.

Mas primeiro, vamos definir o que é emprego ou empresa tóxica.

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Como um mentor e um sponsor podem fazer a diferença em sua carreira.

“Quer ir mais rápido? Vá sozinho. Quer ir mais longe? Vá em grupo”.  Esse dito popular carrega em si uma valiosa dica para desenvolvimento da sua carreira.

Atualmente existem no mercado duas figuras que podem auxiliá-lo a avançar profissionalmente. São eles o mentor e o sponsor. E o coach? Você deve estar se perguntando. Muita calma que eu chego lá.

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Você tem medo do seu sucesso?

A experiência de dedicar-se a desenvolver as pessoas torna-se algo tão enriquecedor porque você acaba assumindo papel de aprendiz e ao mesmo tempo instrutor. Não raro tenho conversas com meus clientes (coachees) que acabam tornando-se poderosos insights para mim e também para eles. E não raro deparo-me com coachees que são espelhos de determinados comportamentos meus e que vistos de fora, adquirem um novo potencial para serem moldados em mim, enquanto nos dedicamos a moldá-los a pedido do coachee em si mesmo.

Não existe coaching sem troca. Não existe atendimento unilateral. Se isso ocorrer, não é coaching, é outra coisa.

Fato é que esse texto nasceu de uma conversa com uma amiga coachee e de um esbarrão em uma citação no livro “O Mensageiro Milionário” de Bredon Buchard . Achei que o destino estava jogando esse assunto insistentemente na minha frente.

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Aprenda a realizar o feedback sanduíche

No ambiente corporativo e mesmo no pessoal, os problemas de comunicação são frequentes, muitas vezes ocasionados por erros de interpretação, utilização de julgamentos ou termos supostamente agressivos.

Aprenda a realizar o feedback sanduíche e melhore a comunicação e motivação das pessoas que trabalham ou convivem com você.

Ele é composto por 3 etapas:

  1. Elogiar (a base do pão)
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"A única jornada impossível é aquela que você nunca inicia."

ANTHONY ROBBINS

O que os meus coachees dizem

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